G. K. (Gilbert Keith) Chesterton
Capítulo 44
da aristocracia, mas com a origem de seu poder estranho,
por que é isto a última das verdadeiras oligarquias de Europa; e por que faz
lá pareça nenhum prospecto muito imediato de nosso ver o fim disto?
A explicação é entretanto simples permanece desadvertido estranhamente.
Os amigos de aristocracia elogiam freqüentemente isto por preservar
tradições antigas e cortesas. Os inimigos de aristocracia
freqüentemente culpe por agarrar alfândegas cruéis ou antiquadas.
Seus inimigos e seus amigos estão errados. Em geral
a aristocracia não preserva tradições boas ou ruins;
não preserva nada menos jogo. Que sonharia
de olhar em qualquer lugar entre aristocratas para um costume velho?
A pessoa pode como bem olhar para uma fantasia velha! O deus dos aristocratas
não é nenhuma tradição, mas forma que é o oposto de tradição.
Se você quis achar um cabeça-vestido norueguês velho-mundial, o vá
procure isto no Jogo Inteligente escandinavo? Não; os aristocratas
nunca tenha alfândegas; ao melhor eles têm hábitos, como os animais.
Só a turba tem alfândegas.
O real poder dos aristocratas ingleses tem lain exatamente dentro
o oposto de tradição. A chave simples para o poder de nosso superior
classes são isto: que eles sempre mantiveram cuidadosamente no lado
do que é chamado Progresso. Eles sempre foram atualizados,
e isto vem bastante fácil a uma aristocracia. Para a aristocracia é
os exemplos supremos daquele humor do qual nós falamos agora mesmo.
Novidade é a eles um luxo que tende para uma necessidade. Eles, acima de tudo,
está tão entediado com o passado e com o presente, que eles bocejam,
com uma fome horrível, para o futuro.
Mas tudo que outro os grandes senhores esqueceram eles nunca esqueceram que isto
era o negócio deles/delas para representar as coisas novas, para tudo que era
sendo a maioria falado aproximadamente entre dons de universidade ou financeiros exigentes.
Assim eles estavam no lado da Reforma contra a Igreja,
do Whigs contra o Stuarts, da ciência de Baconian,