G. K. (Gilbert Keith) Chesterton
Capítulo 65
lustroso nos roupões dela de verde e ouro, com a face morta dela,
virado acima. O vestido dela estava fora rasgado como em uma luta,
deixando o ombro certo nu, mas a ferida de qual
o sangue era welling estava no outro lado. O punhal de metal
apartamento secular e vislumbrando uma jarda ou tão fora.
Havia uma quietude em branco por um tempo mensurável, de forma que
eles poderiam ouvir longe fora o riso de uma flor-menina fora de Cruz de Charing,
e alguém assobiando furiosamente para um táxi em um das ruas
fora a Praia. Então o Capitão, com um movimento tão súbito que isto
poderia ter sido paixão ou jogo-suplente, levou Senhor Wilson Seymour pelo
garganta.
Seymour olhou continuamente para ele sem briga ou medo.
"Você não precisa me" matar, ele disse em uma voz bastante frio; "Sim
que em minha própria conta."
A mão do Capitão hesitou e derrubou; e o outro somou
com o mesmo candour frio: "Se eu acho que eu não tenho coragem
fazer isto com aquele punhal eu posso fazer isto por um mês com bebida."
"Bebida não é nenhum bem bastante para mim", Cuteleiro respondido, "mas eu terá
sangue para isto antes de eu morresse. Não seu--mas eu penso que eu sei de quem."
E antes dos outros poderia apreciar a intenção dele
ele arrebatou para cima o punhal, pulou à outra porta ao mais baixo fim
da passagem, estoure isto aberto, parafuso e tudo, e confrontou o Bruno
no provador de roupa dele. Como fez ele assim, Parkinson velho cambaleou
do modo oscilando dele fora da porta e pegou visão do cadáver
mentindo na passagem. Ele moveu shakily para isto; olhado para isto fraco
com uma face de funcionamento; shakily então movido atrás no provador de roupa novamente,
e se sentou repentinamente aceso das cadeiras ricamente almofadadas.
Marrom de pai correu imediatamente por para ele, enquanto levando nenhuma notificação de Cuteleiro
e o ator colossal, entretanto o quarto já tocou com os sopros deles/delas
e eles começaram a lutar para o punhal. Seymour que reteve alguns