G. K. (Gilbert Keith) Chesterton
Capítulo 90
a Imprensa popular."" Não é a Imprensa pública. Não é um órgão de
opinião pública. É uma conspiração de uns muito poucos milionários, tudo,
suficientemente semelhante em tipo concordar nos limites disso que este grande
nação (para qual nós pertencemos) pode saber disto e seus amigos e
inimigos. O anel não é bastante complete; há antiquado e
documentos honestos: mas está suficientemente perto de conclusão produzir no
comprador ordinário de notícias os efeitos práticos de um canto e um
monopólio. Ele recebe toda sua informação política e todos seu político
ordens marchando do que está antes deste tempo um tipo de segredo meio-consciente
sociedade, com muito poucos sócios, mas muito dinheiro.
Este fato enorme e essencial é escondido para nós por vários
lendas que passaram em fala comum. Há a noção que o
Imprensa é _because_ flamejante ou trivial é popular. Em outro palavra, um
tentativa é feita desacreditar democracia representando jornalismo como o
literatura natural de democracia. Tudo isso é lixo frio. O
democracia tem nenhum mais para ver com os documentos que tem com os pariatos.
Os jornais de milionário são vulgares e tolos porque os milionários
é vulgar e tolo. É o proprietário, não o editor, não o
substituto-editor, menos de todo o leitor com que está contente este monótono
pradaria de palavras impresso. A mesma difamação em democracia pode ser notada dentro
o caso de anúncios. Há muitos uma velha imaginação de Tory tenra
que vagamente tatos que nossas ruas seriam penduradas com escutcheons e
tapeçarias, se só o vulgo profano não os tivesse pendurado com
anúncios de Sapolio e Sabão de Luz solar. Mas anúncio não faz
venha do analfabeto muitos. Vem do refinado poucos. O feito
já ouça falar de uma turba que sobe para anunciar o Corredor de Cidade com proclamações dentro
favour de Sapolio? Já feito você vê um pobre, roto tripule laboriosamente
puxando e pintando um quadro na parede em favour de Luz solar