G. K. (Gilbert Keith) Chesterton
Capítulo 42
faculdades; faz parte da cultura de todas as classes para as que contam muito
em governo; e não há uma palavra de verdade nisto de começar
fim.
Aquela Grande Reforma o Bill
Riqueza e poder político foram distribuídos muito mais popularmente dentro
os Idade Média que eles são agora; mas nós passaremos tudo aquilo e consideraremos
recente história. A franquia nunca foi em grande parte e liberalmente
concedido na Inglaterra; meio os machos não têm nenhum voto e não são provável adquirir
um. Era _never_ concedeu em resposta para pressionar de seções despertadas
da democracia; em todo caso havia um motivo perfeitamente claro para
concedendo isto somente para a conveniência dos aristocratas. O Grande
Reforma que o Bill não foi passado com respeito a tal se revolta como que que
destruído um Castelo; nem fez os homens que destruíram o Castelo adquirem qualquer
vantagem tudo que fora da Grande Reforma o Bill. A Grande Reforma o Bill
foi passado para marcar uma aliança entre os aristocratas posto no destino e
os fabricantes ricos do norte (uma aliança que ainda nos rege); e
o objeto principal daquela aliança era a _prevent_ a populaça inglesa
adquirindo qualquer poder político na excitação geral depois do francês
Revolução. Ninguém pode ler a fala de Macaulay no Chartists, para
exemplo, e não vê que isto é assim. A extensão adicional de Disraeli de
o voto não foi efetuado pela vivacidade intelectual e puro
teoria republicana do labourer agrícola meio-vitoriano; era
efetuado por um político que viu uma oportunidade para servir o Whigs, e
adivinhado aquelas certas ortodoxias no artesão mais próspero ainda possa
lhe dê um equilíbrio contra os Radicais comerciais. E enquanto este mesmo
jogo magro de arame-puxar com a mera abstração do voto estava sendo
trabalhado completamente pelo oligarchs e completamente nos interesses deles/delas, o
coisa sólida e real na que ia era o escorchando fixo do
pobre de todo o poder ou riqueza, até que eles se acham para-dia no