G. K. (Gilbert Keith) Chesterton
Capítulo 4
como um seminário para artistas, mas como uma obra de arte delicada mas acabado.
Um homem como que entrou em seu feltro de atmosfera social se ele tivesse
entrado em uma comédia escrita.
Mais especialmente este irrealismo atraente caiu nisto aproximadamente
anoitecer, quando os telhados extravagantes eram escuros contra o
resplendor e a aldeia insana inteira pareciam como separe como um
nuvem acumulando. Isto era novamente mais fortemente verdade do muitos
noites de festividade local, quando os pequenos jardins eram freqüentemente
iluminado, e as lanternas chinesas grandes arderam dentro o pigmeu
árvores como um pouco de fruta feroz e monstruosa. E isto era mais forte
de tudo em uma noite particular, ainda vagamente se lembrou dentro o
localidade da qual o poeta ruivo-cabeludo era o herói. Não era
por qualquer meios a única noite da qual ele era o herói. Em muitos
noites esse passando o pequeno atrás dele jardim poderia ouvir o alto dele,
voz didática que estabelece a lei a homens e particularmente para
mulheres. A atitude de mulheres em tal embala realmente era um do
paradoxos do lugar. A maioria das mulheres era vagamente do tipo
chamado emancipado, e professou algum protesto contra macho
supremacia. Ainda estas mulheres novas sempre pagariam a um homem o
elogio extravagante que nenhuma mulher ordinária já faz a ele,
o de escutar enquanto ele está falando. E Sr. Lucian Gregory, o
poeta ruivo, realmente era (em algum senso) um homem valor escutando
para, até mesmo se um só risse ao término disto. Ele pôs a hipocrisia velha
do lawlessness de arte e a arte de lawlessness com um certo
frescor descarado que deu um prazer momentâneo pelo menos. Ele era
ajudado em algum grau pela raridade interessante do aparecimento dele,
o qual ele trabalhou, como vai a frase, para tudo valeu. A escuridão dele
cabelo vermelho separado no meio era literalmente como uma mulher, e
encurvado nos cachos lentos de uma virgem em um quadro pré-rafaelita.
Porém, de dentro isto oval quase religioso que a face dele projetou