G. K. (Gilbert Keith) Chesterton
Capítulo 36
"Mas por que você uniu a polícia?" Syme perguntado com curiosidade rude.
"Por muito a mesma razão que você abusou a polícia", respondeu o
outro. "Eu achei que havia uma abertura especial no serviço para
esses com cujos medos para humanidade estavam bastante preocupados o
aberrações do intelecto científico que com o normal e
desculpável, entretanto excessivo, erupções do testamento humano. Eu confio
Eu me faço claro."
"Se você média que você faz sua opinião clareie", disse Syme, "eu,
suponha você faz. Mas como por se fazer claro, é o último
coisa que você faz. Como vem um homem goste que você esteja falando filosofia
em um capacete azul no dique de Thames?"
"Você não ouviu falar evidentemente do mais recente desenvolvimento dentro nosso
sistema policial", respondeu o outro. "Eu não estou surpreso com isto. Nós
está mantendo isto bastante escuro da classe educada, porque isso
classe contém a maioria de nossos inimigos. Mas você parece estar exatamente dentro
o humor certo. Eu penso que você poderia quase nos unir."
"O una nisso que?" Syme perguntado.
"Eu lhe" falarei, disse o policial lentamente. "Isto é o
situação: A cabeça de um de nossos departamentos, um do mais mais,
detetives célebres na Europa, foi muito tempo de opinião que um
puramente conspiração intelectual ameaçaria logo o mesmo
existência de civilisation. Ele tem certeza que o científico e
mundos artísticos são silenciosamente encadernados em uma cruzada contra a Família
e o Estado. Então, ele formou um corpo de exército especial de
policial, policial que também são os filósofos. É o deles/delas
negócio para assistir os começos desta conspiração, não somente em
um criminoso mas em um senso controverso. Eu sou um democrata eu,
e eu estou completamente atento do valor do homem ordinário em assuntos de
valor ordinário ou virtude. Mas seria obviamente indesejável para
empregue o policial comum em uma investigação que também é um
caça de heresia."
Os olhos de Syme eram luminosos com uma curiosidade simpatizante.