G. K. (Gilbert Keith) Chesterton
Capítulo 3
G. K. C.
CAPÍTULO EU
OS DOIS POETAS DE PARQUE DE AÇAFRÃO
O subúrbio de posição de Parque de Açafrão no lado de pôr-do-sol de Londres, como
vermelho e roto como uma nuvem de pôr-do-sol. Foi construído de um luminoso
amure ao longo de; seu céu-linha era fantástico, e até mesmo seu chão
plano era selvagem. Tinha sido a explosão de um construtor especulativo,
fracamente tingido com arte que às vezes chamou sua arquitetura
Elizabethan e às vezes Rainha Anne, aparentemente debaixo do
impressão que os dois soberanos eram idênticos. Foi descrito
com alguma justiça como uma colônia artística, entretanto isto nunca em qualquer
modo definível produziu alguma arte. Mas embora suas pretensões sejam
um centro intelectual seja um pequeno vago, suas pretensões para ser um
lugar agradável seja bastante indisputável. O estranho para que olhou
a primeira vez nas casas vermelhas pitorescas só poderia pensar como mesmo
esquisitamente amoldado as pessoas devem ser que pudesse ajustar dentro para eles. Nem quando
ele conheceu as pessoas era ele desapontou neste respeito. O lugar
não só era agradável, mas aperfeiçoa, se uma vez ele não pudesse considerar isto
como uma decepção mas bastante como um sonho. Até mesmo se as pessoas não fossem
"artistas", o todo era não obstante artístico. Aquele homem jovem com
o cabelo longo, ruivo e a face descarada--aquele homem jovem não era
realmente poeta; mas seguramente ele era um poema. Aquele cavalheiro velho com
a barba selvagem, branca e o chapéu selvagem, branco--aquele venerável
fraude realmente não era um filósofo; mas pelo menos ele era a causa
de filosofia em outros. Aquele cavalheiro científico com o calvo,
ovo-como cabeça e o nu, pássaro-como pescoço nenhum direito real teve o
afetações de ciência que ele assumiu. Ele não tinha descoberto nada novo
em biologia; mas que criatura biológica poderia ter descoberto ele
mais singular que ele? Assim, e assim só, o lugar inteiro
tido que ser considerado corretamente; teve que não ser considerado tanto