Capítulo 86
Mas quando Si'Wren começou a gemer em dor, a último L'acoci longo, finalmente
concedido ouvir os gritos dela como o hag velho veio para ela e a levou
firmemente pelos ombros, sussurrando urgentemente a ela estar calado e
ainda minta.
Ela não pôde. A rejeição por Mestre Rababull, o assassínio de
Nelatha, a humilhação, e os bater tudo crescentemente pareciam
subjugando a ela. Tal tormento e angústia emocional como teve ela
nunca conhecido cheio o ser dela, tão real e tão indomável. Ela não pôde
vá fora. Ela não pôde enfrentar até isto. Ela não pôde escapar isto nem
responda.
Então, de repente, Habrunt era lá, enquanto apartando momentaneamente o muitos dele
responsabilidades, ajoelhando ao lado dela com uma xícara de barro de chá de erva dentro,
a mão grande dele como a outra mão dele apoiou a cabeça dela suavemente.
Ele falou com as palavras macias dela de conforto, e de alguma maneira o olhar sem vacilar
nos olhos dele e o calor da bebida oferecidos pela muito própria mão dele
a encheu de tal um senso de confiança que parecia a suffuse
a mesma alma dela com uma consciência que sem Habrunt, deve ela seguramente
soube danação.
Atrás disso, ele veio diário, às vezes pela manhã e novamente no
fim de tarde. Aquele Habrunt afligiu para o sofrimento dela era nenhum secreto,
embora o que ele pensou já de qualquer coisa era puramente o próprio afazeres dele.
Além disso, ele veio corajosamente, abertamente, deixando tudo verem que ele era Habrunt
o Slavemaster, e o criado de mas um homem.
Se o Mestre da Casa estivesse atento de qualquer disto, contudo fez Habrunt
valente o perigo de boa vontade bastante, aparentemente descuidado se o Mestre
Rababull deveria sofrer desgosto.
Mas Mestre Rababull, embora completamente atento do comportamento de Habrunt porque
dos muitos linguarudos ele escutou, ache expediente considerar
o assunto resolveu, e o Slavemaster dele muito útil castigar para assim
ilumine uma infração. Ao invés, Mestre Rababull fingiu que era