Capítulo 70
organizado antes de deixar o Ritz para ter todas as cartas ou mensagens
enviado imediatamente em por mensageiro especial para a loja de um papeleiro pequeno
se aproxime à mão onde o Albert era freqüentemente chamar. Retifique, era
só ontem de manhã que ela tinha separado de Tommy, e ela
se falou que qualquer ansiedade no lado dele seria absurda.
Ainda, era estranho que ele não tinha enviado nenhuma palavra de qualquer amável.
Mas, escute como pode ela, a conversação não apresentou nenhuma pista.
O Boris e Sra. Vandemeyer falaram em assuntos puramente indiferentes:
jogos que eles tinham visto, danças novas, e a mais recente fofoca de sociedade.
Depois que o jantar eles consertaram para o vestiário pequeno onde Sra.
Vandemeyer, esticado no divã, olhou mais wickedly
bonito que já. Tuppence trouxe o café e licores
e de má vontade se aposentou. Como fez ela assim, ela ouviu o Boris dizer:
"Novo, ela não é?"
"Ela entrou em para-dia. O outro era um demônio. Esta menina parece tudo
direito. Ela espera bem."
Tuppence demorou um momento mais longo pela porta que ela teve
cuidadosamente negligenciado fechar, e o ouviu dizer:
"Totalmente seguro, eu suponho?"
"Realmente, Boris, você é absurdamente suspeito. Eu acredito que ela é o
primo do zelador de corredor, ou algo do tipo. E ninguém
até mesmo sonhos que eu tenho alguma conexão com nosso--o amigo mútuo,
Sr. Brown."
"Por Deus, tenha cuidado, Rita. Aquela porta não está fechada."
"Bem, feche então", riu a mulher.
Tuppence se removeu rapidamente.
Ela não ousou ausente ela mais longo das premissas de parte de trás, mas
ela tirou e lavou para cima com uma velocidade ofegante adquirida
em hospital. Então ela deslizou quietamente atrás à porta de vestiário.
O cozinheiro, mais vagaroso, ainda estava ocupado na cozinha e, se
ela perdeu o outro, só a suporia estar virando abaixo
as camas.
Ai! A conversação dentro de estava sendo levado em dentro muito baixo um
harmonize para permitir da audição dela qualquer coisa disto. Ela não ousou