E. Cherubini
Capítulo 9
iria de boa vontade com você."
"Conosco? Nós não vamos para a África."
"Que pena! Eu pensei que eu pudesse fazer a viagem em sua companhia."
"Você é dentro sério?" perguntado para o homem barbudo. "Você acredita isso
há qualquer África fora desta barraca?"
"Barraca ou nenhuma barraca, eu decidi ir para a África, e eu irei,"
corajosamente respondido a marionete.
"Eu gosto daquela criança", disse o homem de que fez o papel um
crocodilo. "Aquele menino fará a fortuna dele em algum dia."
"Claro que eu devo!" Pinocchio continuado. "Eu deveria ter cinqüenta
mil francos, porque eu tenho que adquirir uma jaqueta nova para meu pai que
vendido o velho dele para me comprar um livro de ortografia. Se há ouro tanto
e prateia na África, eu encherei para cima mil recipientes. É isto verdadeiro
que há muito ouro e prata?"
"Nós não lhe falamos assim?" respondido outra voz. "Por que, se eu não tivesse
perdido tudo aquilo que eu tinha posto em meus bolsos antes de deixar a África, por isto,
tempo eu deveria ter me tornado um príncipe. E agora não era isto para o fato
que eu prometi ficar com estas pessoas, ser uma pantera às duas,
francos e um meio um dia, eu iria alegremente junto com você."
"Obrigado; obrigado por suas intenções boas", respondeu o
marionete. "No caso de você decide ir comigo, eu começo para-amanhã
manhã a amanhecer."
"Em que navio a vapor?"
"O que disse você?" Pinocchio perguntado.
"Em que navio a vapor veleja você?"
"Veleje! Eu vou a pé."
A este formula todo o mundo riu.
"Há pouco para rir a, minhas queridas pessoas. Se você soubesse quanto
milhas que eu viajei de dia e de noite nestes pernas, em cima de terra e
mar, você não riria. O que! você pensa Reino das fadas, o país de
os Cabeça-duras, e à Ilha das Abelhas é chegada dentro um único
passo largo? Eu vou para a África, e eu vou a pé."
"Mas é necessário cruzar o Mar Mediterrâneo."
"Será cruzado."
"A pé?"