Capítulo 48
corredor. "Você vai o café da manhã conosco, Monsieur Poirot?"
Poirot consentiu. Eu observei o John. Já ele quase era
restabelecido ao ego de normal dele. O choque dos eventos do último
noite tinha o transtornado temporariamente, mas o porte uniforme dele balançou logo
atrás para o normal. Ele era um homem de muito pouca imaginação, em
contraste afiado com o irmão dele que teve talvez, muito.
Desde então as horas cedo da manhã, o John tinha sido duro a
trabalhe, enquanto enviando telegramas--um do primeiro tinha ido para Evelyn
Howard--escrevendo notificações para os documentos, e geralmente ocupando
ele com os deveres melancólicos que uns vínculos de morte.
"Eu posso perguntar como coisas estão procedendo?" ele disse. "Faça seu
investigações apontam a minha mãe tendo morrido uma morte natural--
ou--ou nós temos que nos preparar para o pior?"
"Eu penso, Sr. Cavendish", disse Poirot gravemente, "que você faria
bem não se balizar para cima com qualquer falsa esperança. Possa você conta
eu as visões dos outros sócios da família?"
"Meu irmão Lawrence é convencido que nós estamos modificando um espalhafato
nada. Ele diz que tudo aponta a seu ser um simples
caso de parada cardíaca."
"Ele faz, ele faz? Isso é muito interessante--muito interessante,"
Poirot murmurado suavemente. "E Sra. Cavendish?"
Uma nuvem lânguida ignorou a face de John.
"Eu não tenho o menos idéia isso que as visões de minha esposa no assunto
é."
A resposta trouxe uma dureza momentânea em seu trem. John
sem dinheiro o silêncio bastante desajeitado dizendo com um esforço leve:
"Eu lhe falei, não fez eu, que Sr. Inglethorp devolveu?"
Poirot dobrou a cabeça dele.
"É uma posição desajeitada para tudo de nós. Claro que a pessoa tem
o trate como sempre--mas, declive tudo, o desfiladeiro da pessoa sobe a
se sentando comem com um possível assassino!"
Poirot acernar com a cabeça com compaixão.
"Eu entendo totalmente. É uma situação muito difícil para você,