G. K. (Gilbert Keith) Chesterton
Capítulo 64
"Você pegou este homem?" perguntou para o coronel, enquanto carranqueando.
Marrom de pai olhou ele cheio na face carranqueando dele. "Sim", ele
dito, "eu o, com um gancho não visto e uma linha invisível, peguei
que é bastante longo para o deixar vagar aos fins do mundo,
e ainda o devolver com um estremeção na linha."
Havia um silêncio longo. Todos os outros homens apresentam acumulado
fora levar a prata recuperada aos camaradas deles/delas, ou consultar
o proprietário sobre a condição esquisita de negócios. Mas o
o coronel severo-enfrentado ainda sentou lateralmente no contador, enquanto balançando o seu
pernas longas, magras e mordendo o bigode escuro dele.
Afinal ele disse quietamente ao padre: "Ele deveria ter sido um
companheiro inteligente, mas eu penso que eu sei um cleverer."
"Ele era um companheiro inteligente", respondeu o outro, "mas eu não sou
bastante seguramente disso que outro você quer dizer."
"Eu o" quero dizer, disse o coronel, com um riso curto. "Não
queira adquirir o companheiro encarcerado; o faça fácil sobre isso. Mas
Eu daria um bem muitas prata se bifurca para saber exatamente como você caiu
neste afazeres, e como você saiu os materiais dele. Eu considero
você é o diabo mais em dia da companhia presente."
Marrom de pai parecia gostar do candour saturnino de bastante
o soldado. "Bem", ele disse, enquanto sorrindo, "eu lhe não devo falar
qualquer coisa da identidade do homem, ou a própria história dele, claro que,; mas
não há nenhuma razão particular por que eu não lhe deveria falar do mero
fora de fatos que eu descobri para mim."
Ele pulou em cima da barreira com atividade inesperada, e sentou
ao lado de Coronel Pound, chutando as pernas curtas dele como um pequeno menino em
um portão. Ele começou a contar a história tão facilmente quanto se ele fosse
falando isto a um velho amigo por um fogo de Natal.
"Você vê, coronel", ele disse, "eu estava fechado para cima naquele quarto pequeno
fazendo alguma escritura lá, quando eu ouvi um par de pés nisto