G. K. (Gilbert Keith) Chesterton
Capítulo 48
terraplene mesa que estava aberto ao ar em um tipo de varanda
negligenciando um dos jardins velhos mais primorosos em Londres. Assim
aconteceu isso até mesmo os vinte e quatro assentos a esta mesa pôde
só seja desfrutado em tempo morno; e esta fabricação o prazer contudo
mais difícil fez isto contudo mais desejado. O dono existente de
o hotel era um judeu nomeou Alavanca; e ele entendeu quase um milhão de
disto, fazendo isto difícil de entrar. Claro que ele combinou
com esta limitação na extensão do empreendimento dele o mais mais
polimento cuidadoso em seu desempenho. Os vinhos e cozinhar eram
realmente tão bom quanto qualquer na Europa, e o demeanour do
criados refletiram o humor fixo do inglês exatamente superior
classe. O proprietário conheceu todos seus garçons como os dedos em
a mão dele; havia só quinze deles tudo contados. Era muito
mais fácil se tornar um Parlamentar que se tornar um garçom dentro
aquele hotel. Cada garçom foi treinado em silêncio terrível e
suavidade, como se ele fosse o criado de um cavalheiro. E, realmente,
havia um garçom geralmente pelo menos a todo cavalheiro que
jantado.
O clube de Os Doze Verdadeiros Pescadores não teria consentido
jantar em qualquer lugar mas em tal um lugar, para isto insistiu em um
privacidade luxuosa; e teria sido bastante chateado pelo mero
pensou que qualquer outro clube estava jantando até mesmo no mesmo edifício.
Na ocasião do jantar anual deles/delas os Pescadores eram dentro o
hábito de expor todos seus tesouros, como se eles estivessem dentro um
casa privada, especialmente o jogo célebre de facas de peixe e
garfos que eram, como seja, o insignia da sociedade, cada,
perfeitamente sendo forjado em prata na forma de um peixe, e
cada carregou ao cabo com uma pérola grande. Estes sempre eram
disposto para o curso de peixe, e o curso de peixe sempre era o
mais magnífico naquela refeição magnífica. A sociedade teve um
número vasto de cerimônias e observâncias, mas não teve nenhuma história