G. K. (Gilbert Keith) Chesterton
Capítulo 23
Em todos lugares homens deram o lugar a nós com suor e submissão.
Nós podemos nos arremessar em uma rede em um ajuste de descuido divino.
Mas nós estamos alegre que o rede-fabricante não fez a rede em um ajuste de
descuido divino. Nós podemos saltar no balançante-cavalo de uma criança para uma piada.
Mas nós estamos alegre que o carpinteiro não deixou as pernas disto
desgrudado para uma piada. Assim longe de somente ter orado que soldado
limpando o lado-braço dele será adorado porque ele é militar,
Kipling ao dele melhor e mais claro orou que o padeiro assando
pães e o alfaiate casacos cortantes são tão militares quanto qualquer pessoa.
Sendo dedicado a esta visão de multitudinous de dever, Sr. Kipling,
é naturalmente um cosmopolita. Ele acontece para achar os exemplos dele
no Império britânico, mas quase qualquer outro império vai
faça como bem, ou, realmente, qualquer outro país altamente civilizado.
Que que ele admira no exército britânico ele acharia mais até mesmo
aparente no exército alemão; que em qual ele deseja o britânico
policie ele acharia florescendo, na polícia francesa.
O ideal de disciplina não é o todo de vida, mas é esparramado
em cima do todo do mundo. E a adoração disto tende a confirmar
em Sr. Kipling uma certa nota de sabedoria mundana, da experiência,
do vagante que é um dos charmes genuínos do melhor trabalho dele.
A grande abertura na mente dele é o que pode ser chamado a falta asperamente
de patriotismo--quer dizer, ele falta a faculdade de prender completamente
ele para qualquer causa ou comunidade finalmente e tragically; para tudo
finalidade deve ser trágica. Ele admira a Inglaterra, mas ele não a ama;
porque nós admiramos coisas com razões, mas os ama sem razões.
Ele admira a Inglaterra porque ela é forte, não porque ela é inglesa.
Não há nenhuma aspereza dizendo isto, para, para o fazer justiça, declara ele
isto com o candour pitoresco habitual dele. Em um poema muito interessante,
ele diz isso--