Capítulo 84
igreja, e ainda ciumento e impaciente dos poderes do Papa. Em
1482 Isabella protestou contra o uso de uma provisão papal para o
compromisso de um cardeal estrangeiro para um bispado castelhano, e reivindicou
um direito a ser consultado em todos os compromissos eclesiásticos. Um sério
competição resultou, o último resultado de qual era que a rainha
obtido um direito claro de compromisso que, no reinado de Charles
V., foi reconhecido como tal formalmente pelo papa. [Nota de rodapé: o Vicente de
la Fuente, Hist Generate de Espana, V, 150, citados em Mariejol,,
Sous de L'Espagne o Ferdinand et Isabelle, 28.]
Esta posição dos monarcas em casa feita fácil e natural o
adoção da posição deles/delas de protetores supremos da igreja em espanhol
América. Nas colônias conquistadas, resolveu, e Cristianizou abaixo
a influência deles/delas eles tiveram uma perfeição de controle, não só em cima de
compromissos, mas em cima do estabelecimento de centros de igreja novos e o
disposição dos títulos para propriedade eclesiástica geralmente, o qual
era bastante o desconhecido em qualquer lugar na Europa.
É comprovada a supremacia da coroa na Espanha de nenhuma maneira mais
notadamente que por sua liberdade inteira de dependência no exército e
classes pousadas do país. Ainda a nobreza seja numerosa, rica,
e distinto. No décimo sexto século havia doze duques,
treze marqueses, e trinta-seis contas em Castilha, algum de quem tiveram
propriedades magníficas e poder. As cabeças de tais famílias como isso de
Mendoza ou Gruzman ou Lara ou Haro ou Medina Celi sejam entre o
maiores homens na Europa. Ainda o mais alto deste nobles ainda era um
distância imensurável debaixo do rei. A opção de propriedades reais, o
ataque apoplético do masterships principal, a execução e extensão de tudo
poderes ocultos da monarquia tinham livrado os reis espanhóis de tudo
perigo de controle pela grande nobreza.
A característica principal da nobreza castelhana, porém, não era
sua riqueza, mas seus números. Logo em grau para o grande nobles, ou ricos