Capítulo 63
Madagáscar, Sumatra, e a costa de Índia. [Nota de rodapé: o De Barros,
Da de Decadas a Ásia (ed de Madrid., 1615), 42 década, livro o V., rache, vi.,
296.]
Habilidade atual navegando recipientes foi aumentada e desenvolveu um
grau alto na luta com as condições marítimas adversas no
costa de África. O violento e perturbando correntes, a rebentação terrível,
das praias, costeiam os ciclones da Guiné, os comércio-ventos,
que sempre era cabeça-ventos aos marinheiros que devolvem do sul-
oeste, o uncharted riza e barras, tudo favoreceram uma escola de náutica
que treinou os marinheiros portugueses e italianos para se encontrar pior longe
dificuldades que esse provável os confrontar dentro o posterior e mais
viagens distantes para o para o oeste.
Outras experiências do português foram utilizadas depois pelo
Espanhóis nas colônias americanas deles/delas. O escravo-comércio era um sombrio
precedente, só seguiu muito prontamente; o sistema de concessões de recentemente
território descoberto para capitães ou contratantes que continuariam seu
descoberta ou conquista, explore seus recursos, e pague à coroa um
parte grande de seus produtos foi seguida, um pouco com intermitência, em
a Índia Ocidental e Central e América do Sul. [Nota de rodapé: Bourne, Espanha,
na América, rachadura. xiv.]
Um das lições permanentes das explorações portuguesas era o
precise para e efetividade de patronato real ou quasi-real. Italiano
expedições não agüentaram nenhuma fruta e não poderiam agüentar nenhum, para esta exigência de
patronato era mas doente-dispôs pelas cidades mercantis dela ou até mesmo por ela
príncipes mercantis. Era impossível Veneza ou Genoa levarem uma parte
nas descobertas novas e segue as linhas novas de comércio, não só,
por causa da posição geográfica desfavorável deles/delas, não só porque
eles estavam então comprometidos em um exército desesperado e luta econômica para
retenha o Levantine velho deles/delas comerciam conquistas e conexões, não só,