Capítulo 62
de prover uma escola de mar-treinar. Não só era o grupo inteiro de
exploradors portugueses cedo, os próprios capitães de Henry, "trazidos para cima de,
juventude na casa da Criança", [Nota de rodapé: Azurara, Descoberta,
de Guiné, xiii de rachadura.] mas havia um nome escassamente grande dentro
no período sucessivo navegação que não teve de algum modo
conectado com estas viagens. Diaz, Da Gama, Albuquerque, Da Cunha,,
Cabral, e os outros capitães em que fizeram o império português o
Leste, Magellan que ainda achou outro modo para a Índia pelo sudoeste,;
Estevam Gomez que velejou para os mares árticos; Bartholomew e
Cristóvão Colombo--era tudo ensinados ou practised naquela escola.
Colombo morou em Lisboa de 1470 a 1484, se casou a filha lá
de Bartholomew Perestrello, o descobridor e capitão-geral debaixo de
Príncipe Henry de Porto Santo no Madeiras; e, além das viagens dele
no mediterrâneo e para a Inglaterra e Islândia, foi repetidamente para o
costa de Guiné e viveu durante alguns anos no Madeiras. Entre 1477
e 1484 ele estava regularmente comprometido no serviço marítimo do
Coroa portuguesa. Além estes grandes nomes, muitos navegantes que tiveram,
só reputação local ou permaneceu sem nome era português em nascimento
e treinando, e pertenceu à mesma escola marítima. Em 1502, fim
nas concessões inglesas de explorar e comerciar direitos ao Cabots,
vindo uma concessão semelhante a "Hugh Elliott e Thomas Ashehurst,
comerciantes de Bristol, e para John Gunsalus e Francis Fernandez, Esq.,
assuntos do rei de Portugal." [Nota de rodapé: Rymer, Foedera] O
expedição do capitão francês De Gonneville para Brasil, em 1503, era
guiado por dois pilotos portugueses; [Nota de rodapé: Pigeonncau, du de Hist,
Comércio, II, 50.] e vinte dos marinheiros no espanhol de Magellan
frota de 1519, além do chefe, seja portuguesa. [Nota de rodapé:
Navarrete, Coleccion, II, 12] Três recipientes de Dieppe, debaixo de
Praticagem portuguesa, em 1527, arredondou a Capa de Esperança Boa e visitou