Capítulo 56
e o lucro do escravo-comércio.
Os primeiros "mouros" ou negroes foram uns dez ou doze capturados e
casa trazida no ano 1441 por Antam Goncalvez, satisfazer o
curiosidade do príncipe e obter informação útil para o
mais adiante acusação das viagens. Outros foram trazidos logo para outro
propósitos. Dos duzentos e trinta-cinco mouros que compuseram o
primeiro carga cheia de frete humano, o príncipe deu os cinqüenta-seis
que caiu à parte dele como um-quinto, embora é registrado com o
devoção um pouco grotesca do décimo quinto século que "ele refletiu
com grande prazer na salvação das almas deles/delas que antes de era
perdido." [Nota de rodapé: Azurara, Descoberta de Guiné, rachadura. xxv.]
Há nenhuma razão para acreditar que o Henry planejou ou desejou o
desenvolvimento de um comércio em escravos; [Nota de rodapé: A declaração para o
contrário na Cambridge Hist Moderno., Eu., 10, não é dedutível de
qualquer evidência contemporânea.] mas trabalho estava escasso nas grandes propriedades
de Portugal sulista, escravos estavam em demanda, e desejos muito diferentes
desses do príncipe poderia ser satisfeito capturando e trazendo
para o escravo-mercado de Lagos os nativo infelizes do recentemente
costas descobertas. Conseqüentemente uma expedição depois de outro, enviou fora para
propósitos de descoberta, devolveu, enquanto trazendo contos de fracasso para alcançar
mais distante pontos na costa, mas carregado com saque humano ser vendido.
Os aventureiros privados buscaram e obtiveram a permissão do príncipe para enviar
fora caravelas, e estes também trouxeram cargoes de casa de escravos. Só o
pressão mais vigorosa, exercitou nos espíritos mais escolhidos entre o
Capitães portugueses, servidos levar descobertas mais longe agora.
Não obstante, uma base de interesse em viagens distantes tinha sido achada
que não tinha existido antes; e a exploração adicional do
Costa africana era certa, até mesmo por falta do pessoal
esclarecimento e entusiasmo do Navigator. As expedições enviadas por