Capítulo 36
até que eles chegaram a terra. Lá eles desceram e contemplaram cada ao outro,
mas muito grande para fala era a alegria deles/delas. Então novamente eles esparramaram o deles/delas
asas e voa sem parar sobre a grama verde, até que eles alcançaram o
colinas e árvores que cercaram a casa velha deles/delas. Mas, ai! só as ruínas
de Lir está morando era esquerdo. Ao redor era uma selva crescida demais com grau
grama, urtigas, e ervas daninhas.
Muito desanimado para movimento, os cisnes dormiram aquela noite dentro dos arruinaram
paredes da casa velha deles/delas, mas, quando dia raiou, cada já não pôde agüentar
a solidão, e novamente eles voaram para o oeste. E não era até que eles
veio a Inis Glora que eles desceram. Em um lago pequeno no coração do
ilha que eles fizeram para a casa deles/delas, e, pela música encantando deles/delas, eles puxaram
suas costas todos os pássaros do oeste, até que o lago chegou a ser chamado
'O Lago dos Pássaro-rebanhos.'
Lentamente passado os anos, mas um grande desejo encheu os corações do
crianças de Lir. Quando vá o bem São venha a Erin? Quando vai o
carrilhão do Cristo-sino repica em cima de terra e mar?
Um amanhecer róseo os cisnes despertaram entre as pressas do Lago do
Pássaro-rebanhos, e estranho e lânguido era o som do que flutuou a eles
longe. Tremendo, eles se conchegaram fim o um para o outro, até o
os irmãos estiraram as asas deles/delas e tremularam para cá e para lá dentro grande
medo. Ainda tremendo eles voaram atrás à irmã deles/delas que tinha permanecido
silencioso entre o sedges. Abaixando pelo lado dela eles perguntaram, 'isso que, querido
irmã, pode ser o som estranho, lânguido que rouba por nossa ilha?'
Com alegria quieta, funda respondeu Finola, 'Queridos irmãos, é o carrilhão de
o Cristo-sino que ye ouvem, o Cristo-sino com o qual nós sonhamos,
por muito trezentos anos. Logo o feitiço será quebrado, logo
nossos sofrimentos terminarão.' Então feito Finola planam do abrigo do
sedges pelo lago rosa-iluminado, e lá pela costa do Mar Ocidental