Capítulo 81
de homens gostam Jorge Bermudez e Hector Nava há uma promessa poderosa se
nem toda grande realização. As poucas esculturas são extraordinariamente fortes e
interessante.
A Seção portuguesa, em galerias 109 a 111, tem o aparecimento de
pertencendo a um período mais velho na história de arte que o presente. Um
tatos que os artistas que mostram se imaginam aqui não têm aquele domínio de
luz que marca o Décimo nono Século avanço de maior pintando.
Certamente há evidência de uma confiança geral no mais velho
padrões. Talvez os melhores trabalhos são esses de Columbano, no central
galeria. Aqui também, e no próximo quarto, é alguns trabalhos realísticos de
Malhoa que compele atenção.
O Quarto Internacional, galeria 108, contém tudo aquilo a Exposição
tem de trabalho alemão. Em parede C é tais coisas esplêndidas como Leo Putz "O
Costa" e Heinrich von Zugel "Nos Prados de Reno; " e em parede UM é
Franz Stuck "Verão Night"-por nenhum significa um deste decorador é melhor
trabalhos, entretanto caracteristicamente rico e fundo-harmonizado. Mas a pessoa sente o
falta desses outros entre que ergueram ultimamente atrás a Alemanha o
maiores nações artisticamente: von Uhde, Liebermann, von Gebhardt,
Klinger, Erler, e von Hofmann. Da mesma maneira o jovem e viril
Grupo inglês não é representado, entretanto neste quarto é um passável
retrato pelo grande John Lavery. Em parede D são dois trabalhos espanhóis de
Lopez-Mezquita que é merecedor de atenção mas nada de Zuloaga ou
Sorolla.
A Seção de Holanda, enquanto ocupando galerias 113-116, contém uma exibição
isso é bem equilibrado mas sem características excelentes. Há ecos
de muitas glórias passadas, de Rembrandt, de Hals, e até mesmo do francês
Homens de Barbizon, e alguns interiores holandeses graciosamente iluminados típicos. Mas
não há nenhum do trabalho dos homens quem as revistas de arte ensinaram
nós para considerar os pintores holandeses representativos de hoje: Israels, o