G. K. (Gilbert Keith) Chesterton
Capítulo 70
Tal uma viagem, entrosada de fascinação provinciana e medo,,
feito eu executo prosperamente só alguns dias atrás; e só e
desamparado no capital, me ache ao redor na confusão de estradas
o Arco Marmóreo.
Um preconceito lânguido pode possuir a mente que eu exagerei ligeiramente
minha rusticidade e distância. E ainda é verdade como eu vim àquele canto
do Parque que, por alguma razão irracional de humor, eu vi toda a Londres
como uma cidade estranha e a própria civilização como um capricho enorme.
O próprio Arco Marmóreo, em sua posição insular nova, com tráfico,
dizzily virando em toda parte isto, me golpeou como uma monstruosidade plácida.
O que poderia ser mais selvagem que ter um portal curvado enorme, com pessoas,
indo em todos lugares excluem debaixo disto? Se eu tirasse minha porta da frente
e se levantava isto todo por si só no meio de meu jardim de parte de trás,
meu neighbours de aldeia (na simplicidade deles/delas) provavelmente fitaria.
Ainda o Arco Marmóreo é agora precisamente isso; uma entrada elaborada
e o único lugar pelo qual ninguém pode entrar. Pelo arranjo novo
seu último pretence fraco para ser um portão foi tomado. O cabman
ainda não possa dirigir por isto, mas ele pode ter as delícias de montar
círculo isto, e até mesmo (em noites nebulosas) a êxtase de colidir com isto.
Foi elevado do grau de uma ficção à dignidade
de um obstáculo.
Como eu comecei a caminhar para o outro lado de um canto do Parque, este senso disso que
é estranho em cidades começou a entrosar com algum senso do que é
duro como também estranho. Era um desses esquisito-coloured
dias de inverno quando um céu aguado muda a cor-de-rosa e cinzento e verde,
como uma opala enorme. As árvores se levantavam cinzento e angular,
como se em atitudes de agonia; e aqui e lá em bancos debaixo de
as árvores sentaram os homens tão cinzento e angular quanto eles. Estava até mesmo frio para mim,
que tinha tomado um café da manhã grande e tinha pretendido comer um perfeitamente