Amy E. Samuel M.;Zwemer Zwemer
Capítulo 79
Ainda aqui o fazendeiro dirigiu o carro dele,
Aqui povo amigável se encontraria e passaria,
Aqui agüentou a esposa boa incita para mercado
E velho e jovem caminhou até Massa.
Aqui alunos demoraram do modo,
Aqui o packman curvado labutado por,
E amantes ao fim o' o dia
Sussurrado o blushingly secreto deles/delas.
Uma estrada agradável para necessidades simples,
Uma avenida para elogiar e pintar,
Mantido por uso de feira de destruição e ervas daninhas,
Abençoado pelo santuário de seu próprio santo.
III
A estrada que corre até Messines!
Ah, como nós vigiamos isto dia e noite!
E como eles vigiam isto, quem o'erween
Umas pessoas feridas, com o poder deles/delas!
Mas nós subiremos Messines
Até mesmo thro' isso fogo-defendeu portão.
Em cima de e thro' todo outro entre
E devolve para a rodovia seu estado.
_J. E. Stewart_
O DESAFIO DAS ARMAS
De dia, de noite, ao longo das linhas os anéis de estrondo sombrios deles/delas,
E que reverberando rugido seus arremessos de desafio.
Não só até thee pelo mar estreito,
Mas do vale de loneliest no coração da última terra
A mãe de vigilância triste-de olhos vê os filhos dela partirem.
E fretou cheio o desmoronamento molha de oceano é
Com ajuda para a Inglaterra dos filhos de Inglaterra longe.
O copo é escuro; nós não vemos sabiamente, longe, nem bem,
Mas criou de osso inglês, e criou no vinho de Liberdade,
Tudo aquilo nós temos e somos nós nos deitamos no santuário de Inglaterra.
A. N. Campo
A ESTRADA DE PRAIA PELA MADEIRA
Eu sei uma estrada de praia,
Uma estrada onde eu iria,
Corre em direção ao norte para cima
De Cooden Bay Cavar;
E lá, nos Bosques Altos,
Narcisos silvestres crescem.
E quem caminha ao longo de lá
Paradas curto e vê,
Pelas árvore-raízes úmidas
Em uma justificação das árvores,
Grandes batalhões amarelos deles,
Chegando a brisa.
Enquanto o sol de primavera clareia,
E o céu sombrio clareia,
Eles assoam as trompetes douradas deles/delas,
Esse trumpeteers dourado!