Amy E. Samuel M.;Zwemer Zwemer
Capítulo 24
"Vive?_ de _Qui"
"O Espírito de Homem."
"Espírito de O de Homem, passe em! Avance!"
E eles quem conduzem que segura o furgão?
Se ajoelhe!
As Bandeiras de França.
_Grace Ellery Channing_
_Paris, 1917_,
PARA OS BELGAS
Raça de O que o César soube,
Isso ganhou elogio romano duro,
Que terra não o inveja
O loureiro destes dias?
Você construiu seus ricos de cidades
Ao redor cada sobressaiu corredor,--
Sem, o nicho de statued,
Dentro, a parede se imaginada.
Seu navio-thronged wharves; seus mercados
Com Veneza deslumbrante competiu.
Paz e as artes famosas dela
Era seu: embora maré em maré
Da batalha de Europa açoitada
Campo preto e terra avermelhada,
De sangue e fumaça emersas
Paz e a labuta frutífera dela.
Ainda quando o desafio tocou,
"O Guerra-Deus vem; dê quarto!"
Destemido a braços pulou você
Contra as vantagens de destruição.
Como seu próprio Damien
Que buscou a ilha daquele leproso
Morrer um homem simples
Para homens com sorriso tranqüilo,
Tão forte em fé ousou você
Desafie o gigante, desprezo,
Ignobly ser poupado,
Embora pisoteasse, deteriorou, e rasgado,
E em sua fé surgiu
E golpeou, e golpeou novamente,
Cultive esses inimigos surpresos
Bobinado dos montículos deles/delas de morto,
A fé que a alma livre,
Inculto por força ceder,
Por fogo e canto e doação
Prevalece e prevalecerá.
Ainda para seus postos de fronteira
O anfitrião que conheceu nenhum terrível,
Sua pequena, teimosa terra
Morto sem nome, imortal.
_Laurence Binyon_
BÉLGICA
_La Belgique ne regrette rien_
Não com ela arruinado pináculos prateados,
Não com as cidades dela envergonhadas e alugou,
Pereça os fogos imperecíveis
Aquela forma o domicílio da barraca.
Onde quer que os homens sejam fortes e livres,
Lá deva ela mantém o estado destemido dela,
E sem-lar, para grandes nações seja
A casa de tudo aquilo os faz grande.
_Edith Wharton_
PARA A BÉLGICA
Campeão de honour humano, nos deixe lave