Capítulo 59
o quarto aos quadros e fotografias que penduram na parede, e
descoberto em algum canto um álbum familiar velho com o qual ela examinou
o interesse mais agudo, atraindo a Senhora Lebrun para esclarecimento,
relativo ao muitas figuras e faces entre as quais ela descobriu seu
páginas.
Havia um quadro de Senhora Lebrun com Robert como um bebê, sentado em
o colo dela, uma criança redondo-enfrentada com um punho na boca dele. Os olhos só
no bebê sugeriu o homem. E isso era ele também em saiotes escoceses, à idade,
de cinco, usando cachos longos e segurando um chicote na mão dele. Fez Edna
ria, e ela riu, também, ao retrato nas primeiras calças compridas longas dele;
enquanto outro a interessou, levado quando ele se foi para a faculdade, enquanto olhando
emagreça, longo-enfrentou, com olhos cheio de fogo, ambição e grandes intenções.
Mas havia nenhum recente quadro, nenhum que sugestionou o Robert que teve,
ido embora cinco dias atrás, enquanto partindo um nulo e selva atrás dele.
"Oh, o Robert deixou de ter os quadros dele levado quando ele teve que pagar
eles ele! Ele achou uso mais sábio para o dinheiro dele, ele diz", explicou
Senhora Lebrun. Ela teve uma carta dele, escrito antes de ele partisse Novo
Orleans. Edna desejou ver a carta, e Senhora para a que Lebrun lhe falou
ou procure isto na mesa ou a cômoda, ou talvez era no
consolo da lareira.
A carta estava na estante. Possuiu o maior interesse e
atração para Edna; o envelope, seu tamanho e amolda, o poste-marca,
a letra. Ela examinou todo detalhe do exterior antes de abrir
isto. Havia só alguns linhas, enquanto partindo que ele partiria o
cidade que tarde, que ele tinha empacotado o tronco dele em forma boa que
ele era bem, e lhe enviou o amor dele e implorou ser afetuosamente
se lembrado a tudo. Não havia nenhuma mensagem especial a Edna exclua um
pós-escrito que diz que se Sra. Pontellier desejasse terminar o livro
o qual ele tinha estado lendo a ela, a mãe dele acharia isto em seu