Capítulo 41
a casa.
"Você está entrando, Leonce?" ela perguntou, enquanto dirigindo a face dela em direção a ela
marido.
"Sim, querido", ele respondeu, com um relance que segue um bolo folhado nublado de fumaça.
"Da mesma maneira que logo como eu terminei meu charuto."
XII
Ela dormiu mas alguns horas. Elas eram horas preocupadas e febris,
perturbado com sonhos que eram intangíveis, que a iludiu, enquanto partindo
só uma impressão nela meio-despertada sensos de algo
inacessível. Ela era para cima e vestiu dentro o fresco do começo matutino.
O ar estava revigorando e firmou as faculdades dela um pouco. Porém,
ela não estava buscando refresco ou ajuda de qualquer fonte, qualquer externo
ou de dentro. Ela estava seguindo cegamente qualquer impulso a moveu,
como se ela tivesse se colocado em mãos estrangeiras para direção, e a livrou
alma de responsabilidade.
A maioria das pessoas àquela hora cedo ainda estava em cama e adormecido.
Alguns, que pretendeu ir para o Cheniere para massa, estava movendo
sobre. Os amantes antes de que tinham posto os planos deles/delas a noite eram
já passeando para o cais. A senhora em preto, com o domingo dela,
oração-livro, veludo e ouro-apertou, e o domingo dela contas prateadas, era
os seguindo a nenhuma grande distância. Monsieur Farival velho era para cima, e
era mais que meio inclinado fazer qualquer coisa que se sugestionou. Ele
vista o chapéu de palha grande dele, e levando o guarda-chuva dele do posto dentro o
corredor, seguiu a senhora em preto, enquanto nunca a colhendo.
A pequena menina de negro que trabalhou a Senhora a costura-máquina de Lebrun era
varrendo as galerias com golpes longos, distraídos da vassoura.
Edna a enviou para cima na casa despertar o Robert.
"Lhe fale eu vou para o Cheniere. O barco está pronto; lhe fale
pressa."
Ele tinha a unido logo. Ela nunca tinha enviado para ele antes. Ela nunca teve
lhe pedido. Ela nunca tinha parecido o querer antes. Não
se apareça consciente que ela tinha feito qualquer coisa incomum comandando