Capítulo 27
não uma partícula de terra em baixo dos pés deles/delas. As cabeças deles/delas poderiam ter sido
virado de cabeça para baixo, tão absolutamente eles andaram em éter azul. O
senhora em preto, enquanto rastejando atrás deles, olhou uma ninharia mais pálido e mais
cansado que habitual. Havia nenhum sinal de Sra. Pontellier e as crianças.
Robert esquadrinhou a distância para qualquer tal aparição. Eles vão
indubitavelmente permaneça fora até a hora de jantar. O homem jovem ascendeu
o quarto da mãe dele. Era situado ao topo da casa, feito para cima de,
ângulos estranhos e um esquisito, se inclinando teto. Duas trapeiras largas olharam
fora para o Golfo, e como longe por isto como o olho de um homem poderia alcançar.
As mobílias do quarto estavam claras, esfrie, e prático.
Senhora Lebrun era busily noivado à costura-máquina. Um pequeno preto
a menina sentou no chão, e com as mãos dela o pedal trabalhou do
máquina. A mulher Crioula não se arrisca
de expor a saúde dela.
O Robert revisou e se sentou na soleira larga de um do
trapeiras. Ele levou um livro do bolso dele e começou energicamente
ler isto, julgando pela precisão e freqüência com que ele virou
as folhas. A costura-máquina fez um ruído ressonante no quarto;
era de um ponderoso, por-ido fazer. Nas calmarias, Robert e a mãe dele
pedaços trocados de conversação inconstante.
"Onde Sra. Pontellier está?"
"Abaixo na praia com as crianças."
"Eu prometi lhe emprestar o Goncourt. Não esqueça de tirar isto quando
você vai; está lá na estante em cima da mesa pequena." Ruído,
mova, mova, estrondo! durante as próximas cinco ou oito atas.
"Onde o Vencedor vai com o rockaway?"
"O rockaway? Vencedor?"
"Sim; abaixo lá na frente. Ele parece estar se preparando
em algum lugar."
"O chame." Mova, ruído!
Robert proferiu um apito estridente, penetrante que poderia ter sido ouvido
atrás no cais.
"Ele não observará."
Senhora que Lebrun voou à janela. Ela chamada o "Vencedor!" Ela ondulou um