Capítulo 19
Destrancando a porta do banho-quarto dela ela entrou, e logo emergiu,
trazendo um tapete que ela espalhou no chão da galeria, e dois
travesseiros de cabelo enormes cobriram com estrondo que ela colocou contra a frente
do edifício.
Os dois se sentaram lá na sombra da varanda, lado a lado,,
com as parte de trás deles/delas contra os travesseiros e os pés deles/delas estendidas. Senhora
Ratignolle removeu o véu dela, esfregou a face dela com um bastante delicado
lenço, e se abanou com o fã que ela sempre levou
suspenso em algum lugar sobre a pessoa dela por uma tira longa, estreita. Edna
removido o colarinho dela e abriu o vestido dela à garganta. Ela levou o fã
de Senhora Ratignolle e começou a abanar a e o companheiro dela.
Estava muito morno, e durante algum tempo eles fizeram nada mais que observações de troca
sobre o calor, o sol, o clarão. Mas havia um brisa soprando, um
vento agitado, duro que chicoteou a água em espuma. Tremulou o
saias das duas mulheres e os manteve durante algum tempo se ocupou ajustando,
reajustando, comprimindo dentro, afiançando cabelo-alfinetes e chapéu-alfinetes. Alguns pessoas
estava brincando um pouco de distância fora na água. A praia estava muito imóvel
de som de humano àquela hora. A senhora em preto estava lendo a manhã dela
devoções na varanda de um bathhouse vizinho. Dois amantes jovens eram
trocando os anseios dos corações deles/delas em baixo da barraca das crianças que
eles tinham achado desocupado.
Edna Pontellier, enquanto lançando os olhos dela aproximadamente, tinha mantido finalmente em repouso os
no mar. O dia estava claro e levou a cabo o olhar até onde o
céu azul foi; havia alguns nuvens brancas suspensas à toa em cima do
horizonte. Uma vela de lateen era visível na direção de Ilha de Gato, e
outros para o sul parecido quase imóvel na distância distante.
"De quem--do que está pensando você?" Adele perguntada do companheiro dela,
de quem semblante ela tinha estado assistindo com um pouco divertiu atenção,