Capítulo 21
Roma no todo, tinha emergido, debaixo da alquimia misteriosa de Natureza, um
Estado forte. Irlanda tinha preservado a pureza de Gaelic dela, o tribal dela
organização, a cultura nacional dela, mas às custas de desabar atrás
a marcha de organização política e militar. Sessenta milhas dividiram
o dela da mais próxima parte dos domínios periféricos de Inglaterra feudal,
150 milhas do centro dinâmico de poder inglês. O grau de
distância parece ter sido calculada com exatidão fatal, em
correspondência com os graus de vitalidade nacional nos dois
países respectivamente, produzir para idades para virem os piores possível
efeitos em ambos. O processo estava lento. Irlanda estava perto de bastante para
atraia os aventureiros anglo-normandos e colonos, mas forte bastante
e feira bastante durante trezentos anos para os transformar em patriotas
"mais irlandês que o irlandês"; sempre, porém, muito próximo e muito fraco,
até mesmo com a ajuda deles/delas, expelir os representantes diretos de regra inglesa
da posição segura eles tinham obtido nas costas dela, enquanto ao mesmo
cronometre muito longe e muito formidável permitir aquela regra a se expandir no
conquista completa e subjugação do reino.
"A regra inglesa", diz Sr. Lecky, "como uma realidade viva, foi limitado
e concentrado dentro dos limites do Pálido. O poder hostil
plantado no coração da nação destruiu toda a possibilidade de central
governo, enquanto se era incapaz de cumprir aquela função.
Como um lancear-ponto embutido em um corpo vivo, inflamou ao redor disto
e desordenado toda função vital. Preveniu a redução gradual
da ilha por algum Clóvis nativo que necessariamente teria levado
lugar se os anglo-normandos não tivessem chegado, e em vez daquele calmo
e amalgamação quase silenciosa de raças, alfândegas, leis, e idiomas,
que aconteceu na Inglaterra, e que é a fonte de muitos do melhor
elementos em vida inglesa e caráter, as duas nações permaneceram dentro
Irlanda durante séculos em hostilidade."