Capítulo 32
era branco com flor as neves vieram e se deitaram no véu nupcial de terra um
mortalha branca. Toda xícara de flor de maio, toda pétala de hawthorn, curvado,
em baixo de seu fardo de neve. E assim estava na fonte-maré cheia de
O coração de Rachel. As neves desceram nisto. Ela descobriu isso afinal
embora ele a amasse que ele não desejou a se casar; aquele até mesmo do
tempo disso que se encontra primeiro que ele nunca tinha pretendido a se casar. Isso
descoberta era uma mortalha. Ela embrulhou o amor morto dela nisto, e vai fain
enterrou isto fora da visão dela.
Mas só depois que um ano de conflito fosse que ela sofreu para enterrar isto--depois de um
ano durante o qual o fantasma do morto dela já voltou, e voltou
a importune vaidosamente com seu amor. Os vizinhos pobres de Rachel cresceram
acostumado para ver a figura alta, bonita, de espera que sempre
devolvido e devolveu, mas que afinal, depois de um dia terrível, era
visto nenhum mais em Edifícios de Museu. Rachel tinha posto o fantasma afinal. Mas
o conflito permaneceu graven na face dela.
* * * * *
Em um certo inverno frio Hester matutino arremessou pelo pavimento molhado
do brougham para a entrada desalinhada de Edifícios de Museu onde
Rachel ainda viveu. Era um dia miserável. As ruas e árvores nuas
olhou como se eles tivessem sido tirados dentro em tinta, e o todo negligentemente
manchou antes de estivesse seco. Todos os esboços estavam confusos, borrados. O
resfriado penetrou aos mesmos ossos da cidade tremendo.
Rachel há pouco tinha entrado, molhado e cansado, trazendo com ela um rolo de
manuscrito ser transcrito. Uma mulher que espera por ela no infinito
degraus de pedra tinham a amaldiçoado por tirar o pão da boca dela.
"Ele sempre me empregou até que você viesse", ela gritou, enquanto tremendo o punho dela a
o dela, "e agora ele dá tudo a você porque você é mais jovem e
bom-olhando."
Ela deu a mulher tanto quanto ela ousou sobressalente, o cálculo não fez
leve muito tempo, e foi em escalar os degraus.