Sir Winston S. Churchill
Capítulo 88
Aproximadamente dez dias depois de minha chegada a Pretoria eu recebi uma visita do
Cônsul americano, Sr. Macrum. Parece que um pouco de incerteza prevaleceu a
casa sobre se eu estava vivo, ferido ou unwounded, e em que luz
Eu fui considerado pelas autoridades de Transvaal. Sr. Bourke Cockran, um
Senador americano que tinha sido muito tempo um amigo meu, telegrafado de,
Nova Iorque para o representante de Estados Unidos em Pretoria, esperando por isto
canal neutro para aprender como o caso estava. Porém, eu não tinha falado
com Sr. Macrum para muito longo antes de eu percebesse isso eu nem qualquer
era provável que outro prisioneiro britânico fosse o melhor para qualquer esforço que
ele poderia fazer em nosso lado. As condolências dele eram claramente tanto com
o Governo de Transvaal que ele achou isto difícil descarregar até mesmo
os deveres diplomáticos dele. Porém, ele afundou as opiniões políticas dele tão longe
sobre telégrafo para Sr. Bourke Cockran, e a ansiedade que meu
relações estavam sofrendo em minha conta foi terminado assim.
Eu tive nestes dias sombrios uma outra visita para quem eu deveria gostar
notificação. Durante a tarde que eu passei entre o Boers no acampamento deles/delas
atrás de Colina de Bulwana eu tinha trocado alguns palavras com um inglês cujo
nome é de nenhuma conseqüência, mas com quem foi confiada a artilharia o
apontando da 6-polegada grande arma. Ele era um companheiro jocoso alegre
exteriormente, mas eu não era longo descobrindo que as ansiedades dele entre
o Boers seja sério e numeroso. Ele tinha sido tirado na guerra, assim
longe como eu pudesse entender, mais pelo desejo de aderir o próprio dele
os amigos e neighbours que até mesmo de preservar a propriedade dele. Mas além
este espírito local que contrabalançou o racial e patriótico
sentimentos, havia um muito forte deseje estar no lado premiado,
e eu penso que ele considerou o Boers com uma aversão que aumentou
em proporção como os sucessos deles/delas caia com falta do deles/delas cedo