G. K. (Gilbert Keith) Chesterton
Capítulo 11
de um santo. Se nós olhamos em volta para as exibições em um deste estético
espetáculos, nós seremos golpeados pela massa grande de objetos modernos que o
escola decorativa parte intato. Há um instinto nobre por dar
o toque certo de beleza para terra comum e coisas necessárias, mas as coisas
isso é tocado assim é as coisas antigas, as coisas que sempre para
alguma extensão se recomendou ao amante de beleza. Há
portões bonitos, fontes bonitas, xícaras bonitas, cadeiras bonitas,,
leitura-escrivaninhas bonitas. Mas há nenhuma coisa moderna feita bonito.
Há nenhum abajur-poste bonito, carta-caixa bonitos, bonito,
máquinas, bicicletas bonitas. O espírito de William Morris não agarrou
segure do século e fez suas necessidades mais humildes bonito. E
isto era porque, com toda sua sanidade e energia, não teve ele o
coragem suprema para enfrentar a feiúra de coisas; Beleza encolheu do
Besta e o conto de fadas tiveram um fim diferente.
Mas nisto, realmente, a reivindicação mais funda de Morris secular para o nome de um grande
reformador: que ele deixou o trabalho dele incompleto. Há, talvez, nenhum melhor
prova que um homem é um mero meteoro, meramente estéril e brilhante, que
que o trabalho dele perfeitamente é terminado. Um homem gosta o Morris chama atenção para
necessidades que ele não pode prover. Em depois de-anos podemos ter nós talvez um mais novo e
Artes mais ousadas e Exibição de Artes. Nisto não decoraremos nós o
armadura do décimo segundo século, mas a maquinaria do vigésimo. Um
abajur-poste será nobly forjado em ferro trançado, ajuste para segurar o
santidade de fogo. Um pilar-caixa será esculpido com emblematical de figuras
dos segredos de camaradagem e o silêncio e honour do Estado.
Estrada de ferro sinaliza, de todas as coisas terrestres o mais poético, o coloured,
estrelas de vida e morte, será abajures de verde e carmesim merecedor de
o serviço terrível e fiel deles/delas. Mas se já este gradual e
movimento genuíno de nosso tempo para beleza--não para trás, mas