G. K. (Gilbert Keith) Chesterton
Capítulo 44
pode se aparecer bem estranho, como um táxi-cavalo que escala uma escada de mão.
Mas de fato, se os asnos e cabras de Jerusalém
não possa subir e escada abaixo, eles não puderam ir em qualquer lugar.
Porém isto pode ser, eu menciono o assunto somente aqui como somando outro
toque àquele perfil angular que é a impressão envolveu aqui.
Por incrível que pareça, há algo que conduz até esta impressão
até mesmo no labirinto de montanhas por qual os ventos de estrada
seu modo para a cidade. As colinas redonda Jerusalém se é
freqüentemente cortado fora em terraços, como uma escada enorme. Isto é principalmente
para o prático e realmente propósito lucrativo de vinhedos;
e serve para uma lembrança que este assento antigo de civilisation
não perdeu a tradição da clemência e a glória da videira.
Mas em esboço tal uns olhares monteses muito como a montanha
de Purgatório que Dante viu na visão dele, ergueu em terraços,
como passos titânicos até Deus. E realmente esta forma também é simbólica;
tão simbólico quanto o perfil pontudo da Cidade Santa.
Porque um credo está como uma escada de mão, enquanto uma evolução só está como um declive.
Uma evolução espiritual e social geralmente é um declive bem escorregadio;
um declive de miry onde é muito fácil deslizar novamente abaixo.
Tal é algo como o afiado e até mesmo impressão abrupta produziu
por esta cidade montesa; e especialmente por sua parede com portões
como uma casa com janelas. Um portão, como uma janela, é principalmente
um quadro-armação. Os quadros que são achados dentro da armação são
realmente muito vário e às vezes muito estrangeiro. Dentro deste armação-trabalho
realmente será achado coisas completamente Asiático, ou completamente o muçulmano,
ou iguala completamente nômade. Mas a própria Jerusalém não é nômade.
Nada poderia ser menos como um mero acampamento de barracas lançado por árabes.
Nada poderia ser menos como os meros caos de colour em um temporário
e bazar espalhafatoso. Os árabes estão lá e o colours estão lá,