G. K. (Gilbert Keith) Chesterton
Capítulo 64
pese três almas pelo menos no equilíbrio. Em exame adicional de
A condição de Senhorita Barrett, os médicos tinham declarado que era
absolutamente necessário que ela deveria ser levada para a Itália. Isto pode,
sem qualquer exagero, seja chamado o momento decisivo e o último
grande oportunidade terrestre do caráter de Barrett. Ele não teve
originalmente sido um homem mau, só um homem que, sendo estóico dentro
coisas práticas, para o grande detrimento dele, se permitiu um
ego-indulgência em coisas morais. Ele tinha crescido considerar o piedoso dele e
filha agonizante como parte da mobília da casa e do
universo. E contanto que a grande massa de autoridades esteja em seu
apóie, a ilusão dele era bastante perdoável. A crise dele veio quando o
autoridades mudaram a frente deles/delas, e com um acordo perguntou o seu
permissão para enviar a filha dele no estrangeiro. Era a crise dele, e ele
recusado.
Ele teve, se nós podemos julgar do que nós o conhecemos, o próprio dele estranho e
modo um pouco detestável de recusar. Uma vez quando a filha dele tinha perguntado
um favour perfeitamente simples em um assunto de conveniência, permissão que
é, manter o irmão de favourite dela com ela durante uma doença, ela,
o pai singular observou que "ela poderia o manter se ela gostasse, mas
que ele tinha procurado maior abnegação." Estas eram as armas
com que ele regeu as pessoas dele. Para o pior tirano não é o homem
que rege por medo; o pior tirano é ele que rege por amor e jogos
nisto como em uma harpa. Barrett era um dos opressores que têm
descoberto o último segredo de opressão na que que é contado o
verso bom de Swinburne:--
"As prateleiras da terra e as varas
É fraco como a espuma nas areias;
O coração é a presa para os deuses,
Que crucificam corações, não mãos."
Ele, com a atração terrível dele para as consciências vibrando de mulheres,,
era, com respeito a um deles, mesmo perto do fim do reinado dele.