G. K. (Gilbert Keith) Chesterton
Capítulo 45
sido cada deles um obscurece feito menos perfeitamente que eles eram, todo o mundo
teria visto que elas eram todas as partes da mesma mensagem; mas por
tendo sucesso no milagre proverbial de estar imediatamente em cinco lugares,
ele convenceu outros naturalmente que ele era cinco pessoas diferentes. Mas
a real mensagem de Stevenson era tão simples quanto isso de Mahomet, como moral
como o de Dante, tão confiante quanto isso de Whitman, e tão prático quanto
o de James Watt.
A concepção que une o trabalho variado inteiro de Stevenson era isso
romance, ou a visão das possibilidades de coisas, era muito mais
importante que meras ocorrências: aquele era a alma de nossa vida, o
outro o corpo, e que a alma era a coisa preciosa. O germe de
todas suas mentiras de histórias na idéia que toda paisagem ou pedaço de
paisagem tem uma alma: e aquela alma é uma história. Estando de pé antes um raquítico
pomar com uma parede de pedra quebrada, nós podemos saber como um mero fato que ninguém
foi por isto mas um cozinheiro feminino ancião. Mas tudo existe
na alma humana: aquele pomar cresce em nosso próprio cérebro, e lá está
o santuário e teatro de um pouco de chance estranha entre uma menina e um
o poeta roto e um fazendeiro furioso. Stevenson agüenta a concepção que
idéias são os reais incidentes: que nossas fantasias são nossas aventuras. Para
pense essencialmente em uma vaca com asas terá conhecido um. E isto é
a razão para as diversidades largas dele de narrativa: ele teve que fazer um
história tão rico quanto um pôr-do-sol de rubi, outro tão cinzento quanto um monólito grisalho: para
a história era a alma, ou bastante o significado, da visão corporal. Isto
é bastante impróprio julgar 'O Caixa de Contos (como o Samoans
o chamado) pelos romances particulares escreveu ele, como a pessoa julgaria Mr
George Moore por 'Águas de Esther.' Estes romances foram só os dois ou
três das aventuras da alma dele que ele aconteceu para contar. Mas ele morreu