G. K. (Gilbert Keith) Chesterton
Capítulo 13
Que as esperas de carrasco para mim?
Ele em sua cruz que hangeth,
É escrito de caneta sacerdotal,
Na noite eles construíram a forca dele,
Bebido vinho tinto entre os homens dele.
Beba, como um homem valente, como fez ele,
Vinho e morte como aguaceiros de céu--
Este é meu destino: O ye regras,
O ye pontífices, o que é seu?
Esperar, tremendo, para que não loathly de yon
Whereon de forca-forma que eu morro,
Em templos estranhos contudo unbuilded,
Brilhe em um altar alto.
ATRÁS DE
Eu vi um homem velho como uma criança,
Os olhos azuis dele luminoso, o cabelo branco dele selvagem,
Que virou para sempre, e poderia não parar,
Círculo e círculo gostam do topo de um moleque.
'Bobo', eu chorei, 'enquanto você gira círculo,
'Outros crescem sábios, é elogiado, é coroado.'
Já a mesma redonda estrada que ele andou,
'Isto é melhor: Eu busco para Deus.'
'Nós vemos o mundo inteiro, esquerda e direito,
Ainda à cortina atrás esconde de visão
O Mestre não visto que nos dirige adiante
Para Leste e Oeste, para Sul e Norte.
'Em cima de meu ombro durante oitenta anos
Eu procurei o vislumbre da esfera de esferas.'
'Em todos seu torneamento, o que achou você?'
'Pelo menos, eu sei por que o mundo vai em volta.'
O FIM DE MEDO
Embora o céu inteiro seja um-de olhos com a lua,
Embora a paisagem morta pareça uma coisa possuída,
Ainda eu vou cantar por aquela terra opresso
Como um aquele singeth pelas flores de junho.
Nenhum mais, com floresta-dedos que rastejam livre,
O'er parede de pederneira escura que parece uma parede de olhos,
Deva fratura má minha alma com mistérios
De algum mundo-veneno arbusto enlouquecedor e árvore.
Nenhum mais deve olhando de soslaio fantasmas de alcoviteiro e rei
Com segredos sangrentos ocultados antes de mim posto.
Ontem à noite eu segurei todo o mal em minha mão
Fechado: e vê era uma pequena coisa.
Eu quebrei os portões infernais e olhei nele
Que defronta a criação forte com uma maldição;
Até mesmo o deus de um universo perdido,