R.W. Church
Capítulo 86
percepção, eu não posso. Para um milagre ser rejeitado como tal, lá,
de qualquer modo, deve ser alguma proposição na mente de homem que é
oposto a isto; e aquela proposição só pode pular do
quarto ao qual nós temos recorrido--isso de elementar
raciocínio experimental. Mas se este raciocínio experimental é de
aquela natureza que filosofia descreve isto como sendo de, i.e. se
não se é um processo de razão, como possa lá de um
processo irracional da mente surge uma proposição a all,--para
faz o qual é só a função da faculdade racional? Lá
não possa; e é evidente que o milagroso não esteja de pé dentro
qualquer oposição tudo que para argumentar....
Assim passo por passo tem filosofia solto a conexão do
ordem de natureza com o chão de razão, ajudando, em exato
proporcione como fez isto, o princípio de milagres. No
argumento contra milagres a primeira objeção é que eles são
contra _law_; e isto é respondido dizendo que nós não sabemos nada
em natureza de lei no senso no qual previne milagres. Lei
pode prevenir só milagres por _compelling_ e fazendo necessário o
sucessão de natureza, i.e. no senso de causação; mas
ciência se tem proclamado a verdade que nós não vemos nenhuma causa dentro
natureza, que a cadeia inteira de sucessão física é ao olho
de razão uma corda de areia, consistindo em antecedentes e
conseqüências, mas sem uma ligação racional ou rastro de necessário
conexão entre eles. Nós só conhecemos lei em natureza dentro o
senso de retornos em natureza, classes de fatos, fatos de _like_ em
natureza--uma cadeia de qual, a junção que não é redutível para
argumente, a interrupção não está contra razão. A reivindicação de lei
resolvido, a próxima objeção no argumento contra milagres é
que eles estão contra _experience_; porque nós esperamos fatos _like_
para esses de nossa experiência, e milagres são ones de _unlike_. O