R.W. Church
Capítulo 80
alma humana que se levanta primeiro entre um mundo animal e vegetal?
Mera consciência--não era isso de si mesmo um mundo novo dentro o
velho? Mero conhecimento--aquela natureza ela foi conhecida um
estando dentro dela, não era que o mesmo? Certamente homem não era
tudo de uma vez o intérprete qualificado de natureza, e ainda há
alguma interpretação de natureza para qual o homem como tal é igual dentro
algum grau. Ele deriva uma impressão da visão de natureza
o qual um animal não deriva; para entretanto o espetáculo material
é imprimido em sua retina, como está em homem, não vê
que homem vê. O sol subiu, então, e o sol desceu, o
estrelas olharam para baixo na terra, as montanhas escalaram a céu,
os precipícios estavam na costa, igual a agora, idades incontáveis
antes de um único ser existisse que _saw_ isto. A contraparte de
esta cena inteira estava querendo--a mente compreensiva; aquele espelho
em qual o todo seria refletido; e quando isto surgiu que era
um nascimento novo para criação isto, que se tornou _known_,--uma imagem
na mente de um ser consciente. Mas consciência plana e
conhecimento seja uma introdução menos estranha e milagrosa no
mundo que consciência.
Assim completamente misterioso na entrada dele nesta cena, está o homem
_now_ um isolamento nisto; ele entrou por nenhuma lei física, e seu
livre vontade está em contraste absoluto àquela lei. O que pode ser mais
incompreensível, mais heterogêneo, um residente mais fantasmagórico em
natureza, que o senso de direito e erradamente? O que é? De onde é
isto? A obrigação de homem para se sacrificar para direito é um
verdade que pula fora de um abismo, a mera tentativa para olhar para baixo,
em qual confunde a razão. Tal é a justaposição de
conteúdos misteriosos e físicos no mesmo sistema. Homem está só,
então, em natureza: ele só de todas as comunidades de criaturas com um