R.W. Church
Capítulo 18
renda, e acredita isto para ter uma base e autoridade de seu próprio,
antecedente para seus direitos através de estatuto, lá não possa mas seja um grande
anomalia em um arranjo que, quando perguntas doutrinais são empurradas
os assuntos finais deles/delas, parece a privar de qualquer voz ou controlar dentro o
assuntos nos quais ela é a maioria interessaram, e os comete o
decisão, não somente de uma posição, mas de um secular e não necessariamente
até mesmo tribunal Cristão para onde o sentimento sobre eles não é improvável
seja isso representado pela história, contada por Sr. Joyce, do eminente
advogado que disse de algum debate teológico que ele pudesse decidir só isto
"lançando para cima uma moeda do reino." A anomalia de tal uma lata de tribunal
quase não seja negado, ambos como um assunto de teoria e--supondo isto para
realmente importe nada que doutrina de Igreja é--como ilustrado em alguns
recentes resultados de sua ação. Ainda está provocando mais para observar, como
Sr. Joyce tira no esboço histórico dele que descuido simples
e estragando conspiraram com a tendência evidente de coisas para
aleijado e estreita a jurisdição da Igreja em o que parece ser
a própria esfera dela. As atrações eclesiásticas, antes da Reforma,,
era só à jurisdição eclesiástica. Eles foram dados o
poder civil pela legislação de Tudor, mas para a ação de poder civil, se
não pela obrigação de lei, contudo através de uso e na realidade, por
órgãos eclesiásticos e juízes. Ultimamente, por uma recente mudança de qual
seus autores admitiram que eles não contemplaram o efeito,
estas atrações são agora à jurisdição civil que age puramente por
tribunais civis. É uma agravação disto, quando a mudança que parece
tão formidável ficou firmemente estabelecido, ser contado que era,
afinal de contas, o resultado de acidente e inadvertência, e um uso descuidado"
de condições traçando um Ato de Parlamento"; e aquele difícil e
perguntas teológicas perigosas vieram, por "uma chance fortuita,"