G. K. (Gilbert Keith) Chesterton

Todas as Coisas Consideraram

G. K. (Gilbert Keith) Chesterton

Capítulo 55

lute, enquanto consistindo de carvão-heavers, balconistas de Londres, ciganos, navvies,,
drapers' os assistentes, os assistentes de donos de mercearia--em resumo, todas as classes que
componha o tamanho de Inglaterra--há tal uma competição feroz a
Oxford entre todas estas pessoas que em sua presença aristocrático
exclusividade dá modo. Isso é tudo bastante claro. Eu não sou bastante seguramente
sobre os fatos, mas eu entendo o argumento totalmente. Entretanto, tendo
sido chamado para contemplar este quadro tonificante de um tumultuoso
tumulto de todas as classes de Inglaterra, me pedem de repente que aceite como
exemplo disto, Deus Milner, Deus Curzon, e o Chanceler presente de
o Exchequer. Que papel fazem estes cavalheiros no processo mental?
É Deus Curzon um dos homens pobres ásperos e rotos cujo angularidades
foi esfregado fora? Ou é ele um desses quem Oxford imediatamente
privado de todo o tipo de exclusividade social? A reputação de Oxford dele faz
não pareça confirmar qualquer conta dele. Considerar Deus Milner um
produto típico de Oxford seguramente seria injusto. Seria privar
a tradição educacional de Alemanha de um de seu mais típico
produtos. Os aristocratas ingleses têm as faltas deles/delas, mas eles não são
goste de Deus Milner. O que Sr. Asquith foi querido dizer provar, se ele era um
homem de ricos que perdeu a exclusividade dele, ou um homem pobre que perdeu os ângulos dele,
Eu não posso totalmente conceber.

Porém, há uma verdade moderada mas muito evidente que poderia ser talvez
mencionado. E é isto:  que nenhum dessas três pessoas excelentes
é, ou alguma vez foi, um homem pobre no senso que aquela palavra é
entendido pela maioria opressiva da nação inglesa. Há
nenhum homem pobre em Oxford no senso que a maioria de homens no
rua é pobre. O mesmo fato que o escritor no _Outlook_ pode falar
sobre tais pessoas como espetáculos pobres que ele não entende isso que o
problema moderno é. O tipo dele de homem pobre me faz lembrar bastante do Conde dentro
a balada por aquele grande satírico inglês, Senhor W.S. Gilbert cujo
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