Charles W. (Charles Waddell) Chesnutt
Capítulo 52
O prisioneiro não proferiu nenhuma palavra de obrigado ou desculpa, mas sentou dentro mal-humorado
silêncio. Quando o braço ferido tinha sido bandaged, Polly e o pai dela
voltado à casa.
O xerife estava dentro um extraordinariamente humor pensativo que noite. Ele pôs
salgue no café dele a ceia, e verteu vinagre em cima das panquecas dele. Para
muitas das perguntas de Polly que ele devolveu para respostas fortuitas. Quando ele tinha ido
a cama se deita ele desperte durante várias horas.
Nos relógios silenciosos da noite, quando ele estava só com Deus, lá,
entrado na mente dele uma inundação de pensamentos desacostumados. Uma hora ou dois
antes de, se levantando cara a cara com morte, ele tinha sofrido uma sensação
semelhante ao que é dito que submergindo os homens sentem--um tipo de
clarificando da faculdade moral em qual o véu da carne, com
suas paixões obscurecendo e preconceitos, é empurrado aparte para um momento, e
todos os atos do posto de vida da pessoa fora, na luz clara de verdade, em
as proporções corretas deles/delas e relations,--um estado de mente em qual
se vê como Deus pode ser suposto que o vê. Na reação
seguindo o salvamento dele, este sentimento tinha dado lugar longe durante um tempo para
emoções diferentes. Mas agora, no silêncio de meia-noite, algo de
esta clareza de espírito voltou ao xerife. Ele viu que ele teve
deveu algum dever a este filho de his,--que nem lei nem costume puderam
destrua uma responsabilidade inerente na natureza de gênero humano. Ele não pôde
assim, nos olhos de Deus pelo menos, trema fora as conseqüências seu
pecado. Tido ele nunca pecou, este espírito cabeçudo nunca teria voltado
dos desapareceram passado o assombrar. Como vieram estes pensamentos, a raiva dele
contra o mulato se extinguiu, e em seu lugar lá pulou para cima um grande
piedade. A mão de autoridade parental poderia ter contido as paixões
ele tinha visto queimando nos olhos do prisioneiro quando o raio de homem desesperado
as palavras que tinham parecido sentenciar o pai dele a morte. O xerife