Capítulo 65
Flory! Faz os olhos de Tulee bom ver agin de ye." Ela conduziu avidamente o
modo por florescer moitas a um gramado pequeno no meio de qual
era uma bonita cabana branca.
Era à primeira vista evidente que ela, como também o mestre do
estabelecimento, tinha feito o extremo dela fazer o interior do
morando se assemelham à casa velha deles/delas como muito como possível. O piano de Rosa era
lá, e nisto estavam vários livros que o pai deles/delas teve
os dado. Como Floracita apontou ao ottomans a mãe deles/delas teve
bordado, e as caixas e mesa que ela tinha pintado, ela disse: "Nosso
amigo bom que o Signor enviou para esses. Ele prometeu os comprar."
"Ele não os, homem pobre, pôde comprar!" Fitzgerald respondido, "porque ele estava dentro
prisão na hora da leilão; mas ele não esqueceu de ordenar isto
em mim os comprar."
Uma hora agradável estava gasta em surpresas joviais em cima de bonitas novidades
e apreciou recordações. Rosa estava cheio de felicidade quieta, e
Floracita expressou a satisfação dela em vivamente pouco cabriola. O sol
estava abaixando quando eles se refrescaram com a refeição Tulipa
tinha provido. Pouco disposto convidar o mosquitoes impiedoso, eles sentaram,
enquanto o crepúsculo resolveu em escuridão, enquanto jogando e cantando melodias
associado com outros tempos.
Floracita sentia arrependido quando a hora de separação durante a noite veio.
Tudo parecia tão medrosamente ainda, exclua a lavagem monótona de
as ondas na mar-costa! E até onde ela pudesse ver a paisagem
pela luz de um pequeno lua-foicinho luminoso, havia nada mais que
uma tela grossa de árvores e matagal. Ela procurou no escuro o modo dela a ela
dormente-apartamento, esperando achar Tulee lá. Ela tinha estado lá,
e tinha deixado uma pequena vela brilhando atrás de uma tela que lançou um
sombra fantástica no teto, como uma face com um nariz monstruoso. Isto
afetado a criança excitável goste algum amável de presença sobrenatural.
Ela rastejou à janela, e pelo véu do mosquito-barra ela